Saúde e Bem-Estar

Para cima!

Escrito por Patrícia Lamúrias Sábado, 28 Abril 2012 13:17

alt src=http://backoffice.paisefilhos.pt/images/stories/busto.jpgA idade, as alterações de peso, a gravidez e a gravidade não são lá muito amigas do peito. A tendência é para perder firmeza e volume.


Sem cirurgias, nem truques de magia, há um tratamento que promete decotes mais bonitos. O nome diz tudo: lifting do seio.

Há aquela cena no filme «Bruce, O todo poderoso», em que Bruce (Jim Carrey) descobre que tem super-poderes e uma das primeiras coisas que faz é aumentar instantaneamente o peito da namorada (Jennifer Aniston). Ela, apesar de surpreendida, fica bem contente. Há também os anúncios de lingerie, em revistas, outdoors e televisão, ou seja, por todo o lado, com soutiens ousados bem preenchidos. E há, cada vez mais, famosas e celebridades a revelarem, com orgulho, que fizeram uma intervenção cirúrgica para aumentar o peito. Ou, em inglês, uma expressão muito mais simples e elucidativa: boob job.

 

Ter um decote voluptuoso está na moda, mas truques de magia e operações plásticas não são as únicas soluções para ficar mais bonita numa camisola justa ou decotada. Principalmente, quando o problema não é tanto o tamanho, mas sim a forma. Ou seja, quando o problema é perda de firmeza e tonicidade, o que deixa as mamas descaídas. Algo que pode acontecer depois de uma gravidez.

«Muitas mulheres não querem partir logo para a mamoplastia de aumento e nem todos os casos de queda da mama são indicados para a cirurgia», explica Paula Henriques, directora da clínica ICare, que disponibiliza um tratamento lifting do seio sem cirurgia. «Quando a queda da mama não é muito acentuada, quando há só uma perda de volume consegue-se recuperar a forma com este tratamento», assegura.
O tratamento consiste na aplicação de cremes e séruns através de uma massagem estimulante e, por fim, numa máscara exotérmica. Mas vamos por partes.

Passo a passo

De início, parece uma massagem de relaxamento normal. Deitada sobre a marquesa, luzes baixas, música suave. Primeiro nos pés, depois nas costas, é feita uma massagem para estimular uma melhor postura e ajudar a reequilibrar o sistema hormonal. Depois, é aplicada sobre toda a zona do peito uma loção de firmeza, composta por plantas com propriedades tónicas. Esta loção revitaliza e dá tonicidade aos tecidos de sustentação dos seios ao mesmo tempo que prepara a pele para receber o creme de tratamento específico. De seguida, aplica-se um creme, composto por oito aminoácidos essenciais, para reestruturar as fibras elásticas, aumentar a resistência e firmeza dos tecidos dos seios. Antes do final, ainda outro creme equilibrante e refirmante composto por activos 100 por cento naturais, com vitaminas, aminoácidos e oligoelementos que vão contribuir para uma melhor nutrição, regeneração celular e tonicidade. Por fim, é feito um envolvimento com uma máscara exotérmica (de gesso) que promove uma acção drenante, melhora a circulação, e garante uma actuação mais eficaz dos cremes aplicados. A máscara actua durante 20 minutos.

O tratamento dura cerca de hora e meia no total e, para obter resultados satisfatórios, deve ser feito uma a duas vezes por semana. Embora os resultados sejam visíveis progressivamente desde a primeira sessão. 

O lifting do seio é muito aconselhado no pós-parto a mulheres que devido à gravidez e à amamentação ficaram com o peito mais pequeno e descaído. Além do resultado final é um tempo de relaxamento e de cuidado para com o próprio corpo que também é importante no meio da azáfama de todos os dias, maior ainda quando se tem um bebé. O resultado vê-se no decote e sente-se na auto-estima da mulher.

 


Cuidados essenciais

 

- Utilize um soutien adequado ao seu tamanho, nem muito apertado, nem muito largo
- Faça exercícios que trabalhem os músculos do tórax, músculos dorsais e braços
- Mantenha uma boa postura, sentada e em andamento, colocando sempre as costas direitas e os ombros para trás.
- Quando está a espalhar creme hidratante no corpo, não se esqueça de aplicá-lo também no peito.
- Evite engordar e emagrecer com frequência, além de não fazer bem à saúde em geral, é fatal para a firmeza das mamas.


 

De caras

Escrito por Maria Jorge Costa Sábado, 28 Abril 2012 11:59

alt src=http://backoffice.paisefilhos.pt/images/stories/MANCHETE3/belezaa.jpgUma das melhores sensações enquanto se faz o tratamento é o silêncio, entrecortado apenas para explicar procedimentos.
O resultado é uma pele do rosto iluminada.

 


 

 

alt align=left src=http://www.paisefilhos.pt/images/stories/BELEZA/cara%20spa_big.jpgFinal da manhã. Lá dentro, a música e o ambiente tranquilo transporta-me imediatamente para um estado de espírito diferente. Até a respiração fica automaticamente mais pausada.


Depois de trocar de roupa, deixando objectos pessoais num cacifo e vestindo um confortável roupão felpudo e uns chinelos igualmente macios, percebo o engano da marcação. Cheguei meia hora mais cedo, o que me permite ir à sala de relaxamento. A música e as cores terra e areia são o fio condutor do festival de sensações que esta viagem envolve. Na sala de relaxamento estão umas chaise longues que nos convidam a dormir uma sesta. Um chá ou uma limonada com uns biscoitos e uma selecção cuidada de revistas ajudam a pensar que afinal não me apetece voltar para o trabalho. Entretanto, o Hammam está pronto e aí vou eu para uma sala que imaginava ser semelhante ao banho turco. Claro que tem muita coisa em comum, mas aqui não se vê absolutamente nada. O vapor é total e só apalpando terreno consego sentar-me. No meio do nevoeiro cerrado, começo a sentir fragrâncias entre o eucalipto, o mentol, limão e outros citrinos. Mas também cheiros doces e quentes. Não me perguntem pormenores. Ao mesmo tempo, umas micro luzinhas vão mudando de cor. Obviamente este é um Hammam com aromaterapia e cromoterapia.


A esta hora pensarão: «Então mas este não é uma artigo sobre cuidados com a cara?». Calma! Era, e é, um artigo sobre manter o rosto cuidado para o Verão. E sim, claro que o essencial é o tratamento que me levou a este SPA, ali no Restelo (Lisboa). Só que antes de começar pode-se desfrutar destes mimos todos. Basta chegar um bocadinho mais cedo. Não paga mais por isso e quando entrar na sala está mais do que preparada, porque quanto mais distendida estiver, melhor partido tira deste tempo precioso.


Esqueci-me de referir que todas as salas estão a média luz, há imensas velas, aromas relaxantes e uma equipa absolutamente fabulosa que se preocupa ao limite com o bem-estar da pessoa que tem a seu cuidado. Uma das melhores sensações enquanto se faz o tratamento é o manto de silêncio, entrecortado apenas para explicar procedimentos. E são imensos os rituais neste tratamento Regenerador Tri-Enzima.
Depois de estar deitada, a terapeuta põe-me uma almofada de flores nos olhos, que me transmite uma sensação de conforto enorme, e prepara-se para o ritual de boas vindas.


Nos pés! Sim, perceberam bem. O ritual facial começa nos pés com uma leve massagem que nos transporta para um estado de zen absoluto. Quando começa a preparar o rosto para as três máscaras em que consiste o tratamento já o espírito se afastou e, numa paz incrível, deixamo-nos guiar por mãos sábias. 


Durante uma hora e 15 minutos a terapeuta massaja, limpa, aplica máscaras sobre máscaras para garantir que, à saída, nos sintamos com uma pele nova, renovada e ultra limpa. A descrição técnica deste tratamento indica isso mesmo: garante até 75 por cento de regeneração logo após a primeira sessão. Garanto-vos que saí com uma cara nova, aspecto sublinhado por pessoas que me interpelaram para saber o que tinha acontecido porque estava com uma pele invejável. 


Quando pensamos em tratamento facial contamos com «tempos mortos», em que as máscaras ficam na pele largos minutos para fazer efeito.
Durante esse tempo, o normal é uma de duas situações: a terapeuta calar-se e ficar na sala ou sair. Aqui, nada disso se passa. Enquanto as máscaras fazem o seu efeito, a terapeuta aproveita para massajar os braços, as mãos, as pernas. E vai interrompendo para avançar no tratamento. Para logo regressar à massagem. Ou seja, à boleia de um ritual facial ganha-se uma massagem de relaxamento que ajuda, naturalmente, a sair de lá com uma necessidade absoluta de voltar. E voltar seja para o que for. Qualquer tratamento naquele espaço é delicado, é agradável e muito, muito gratificante. 


«É caro», poderão argumentar alguns leitores mais cépticos. Eu apenas posso sugerir que é uma belíssima forma de aplicar a poupança mensal com a descida das taxas de juro do crédito à habitação. E é um prazer que pode ser vivido a dois, já que, como tantos outros espaços, tem prevista a massagem de casal. 


Nesta correria que é o dia-a-dia, cada vez mais as pessoas se dão conta que deixam de ter tempo para si mesmas ou para o casal. «Fugir» à hora de almoço, só ou acompanhado, é sempre possível porque, de uma maneira ou de outra, quando há filhos a esta hora eles estão sempre com alguém. 


«Não temos tempo para nada», é uma frase mais ou menos frequente que se ouve às mães. E tempo para si mesmas, então, é um luxo a que poucas conseguem chegar. Mas muitas destas queixas devem-se a falta de planificação ou definições de prioridades que as levam para outros caminhos. Ter tempo para nós é fundamental para o equilíbrio individual e com isso atinge-se mais facilmente o equilíbrio familiar.
Em clima de romance ou sozinho vale a pena gastar dinheiro neste tipo de mimos.


O tratamento tri-enzima custa 120 euros. Nas massagens para casal os preços variam entre os 240 euros (1h30) e os 320 euros (2h30).



Para grávidas

Se está grávida, e ficou cheia de vontade de experimentar, tem igualmente um programa especialmente pensado para si. Um tratamento refrescante direccionado para o conforto das pernas fatigadas, aliado a um «cocktail» de vitaminas para o rosto. Em três horas passa pelo «tapete» onde é feito o tratamento, sempre apoiada num pufe, para máximo conforto. Este é um tratamento que a maioria dos espaços já vai oferecendo e vale mesmo a pena. É também uma forma de a grávida se centrar em si mesma, para além do bebé que, naturalmente, é o centro das suas atenções. Preço: 90 euros (1h15).

 

City Spa

Rua Gonçalves Zarco, 19 A – Restelo
1400- 033 Lisboa
www.cityspa.com

   

Serpa

Escrito por Patrícia Lamúrias Quarta, 25 Abril 2012 14:43

alt src=http://backoffice.paisefilhos.pt/images/stories/serpa.jpgCidade branca e radiosa, Serpa conta inúmeras histórias a quem por lá passa. Boa escolha para uns dias em família.

 


 


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Uma cidade onde as ruas são de calçada não parece convidar bebés que ainda andam no carrinho de passeio ou crianças pequenas, que depressa se cansam e também preferem andar sobre rodas. Mas Serpa tem encantos suficientes para merecer a visita de famílias com crianças de todas as idades. Levar os filhos mais novos no marsúpio ou no pano é uma boa opção, mas os carrinhos não estão proibidos, já que as ruas são pouco inclinadas. Quanto aos pais, podem mesmo esquecer o automóvel. Serpa é uma cidade para conhecer a pé, calcorreando as ruas limpas e cheias de luz e apreciando as suas casas caiadas com esmero.

O primeiro lugar a visitar é a Praça da República, onde se ergue o edifício da Câmara Municipal. Todas as ruas parecem ir dar a esta praça e, por isso, daqui pode ir-se, facilmente, na direcção de qualquer uma das maravilhas que Serpa tem para descobrir. As palmeiras, as esplanadas e o facto de não circularem carros, fazem da Praça da República o local ideal para parar um pouco e sentir o ambiente do Alentejo.

Do meio da praça vê-se a Torre do Relógio, um dos postais da cidade, que nos indica o caminho do Castelo. O acesso mais curto inclui escadas, mas é possível evitá-las dando uma volta um pouco maior e aproveitando para ficar a conhecer algumas das ruas mais brancas da cidade – um prémio atribuído todos os anos por altura das festas do concelho, em Março, e que dá direito a um azulejo cravado na parede com o título.

Do alto do Castelo tem-se a percepção da muralha que circunda a cidade. Uma obra de D. Dinis, construída em 1295, para proteger a população numa fase de estabilidade política e recuperação económica. No interior do Castelo, onde funcionava a antiga prisão, está agora instalado o Museu Arqueológico, que se encontra encerrado ao público por estar em remodelação. Seguindo o contorno da muralha, encontramos o Palácio dos Marqueses de Ficalho, uma construção do século XVII, que, apesar de ter uma fachada simples, ganhou o Galardão Europeu na Conservação e Restauro de Palácios e Castelos, por ter sido reconstruído após a guerra entre Liberais e Absolutistas (1832-1834).

O palácio ainda está na posse da família que lá morou, por isso não pode ser visitado. Saindo pela Porta Nova, uma das três aberturas da muralha original, avista-se o ex libris da cidade: o aqueduto, com os seus 19 arcos, e a respectiva nora, cuja finalidade era conduzir a água para os jardins do palácio. Ao meio, situa-se a imponente Porta de Beja, entrada principal do centro histórico, chamada assim por estar virada para aquela cidade. Um bom sítio para descansar e retomar fôlego nos bancos de jardim à sombra de oliveiras com mais de mil anos.

 


 

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QUEIJOS E RELÓGIOS

Voltando a entrar na área fortificada, desta vez passando por debaixo da muralha, encontramos a loja de queijos José Bule, uma oportunidade para provar o delicioso e famosíssimo Queijo Serpa. Um estendal à porta cheio de tiras brancas de pano-cru, fraldas brancas e cintas de pano é o sinal de que estamos no sítio certo. As várias peças de tecido necessárias para a produção do queijo deram o nome aos locais destinados ao seu fabrico: rouparias. O queijo e o requeijão são produzidos artesanalmente ali ao lado e, por enquanto, os donos ainda deixam espreitar a “fábrica” e sentir o cheiro morno do soro do queijo a ferver, prestes a transformar-se em requeijão. Andando mais uns metros em direcção, novamente, à Praça da República, é paragem obrigatória o Museu do Relógio.

O Convento do Mosteirinho alberga mais de 1800 relógios, todos mecânicos, cada um guardando histórias singulares. Vale a pena esperar por uma visita guiada (realizam-se de meia em meia hora, mais ou menos) para poder ouvi-las. Além das histórias, ouve-se também uma constante e divertida sinfonia de cucos, carrilhões e outros tlintlins. O efeito é provocado pelo facto de os relógios não marcarem todos a mesma hora, evitando-se assim um encontro estridente de 60 em 60 minutos. Regressando à Praça da República, descemos a Rua dos Fidalgos, local onde nasceu o abade Correia da Serra (1750-1823), um dos fundadores da Academia das Ciências de Lisboa, motivo de orgulho de todos os serpenses. Ao fundo da rua, encostado ao lado esquerdo da muralha situa-se o Museu Etnográfico. Local para conhecer as artes e os ofícios tradicionais da concelho, que se misturam com os do Alentejo. No edifício do museu funcionou o antigo mercado unicipal durante cerca de 100 anos. Na década de 80, o mercado fechou e a autarquia decidiu reunir ali materiais e peças que representassem as profissões tradicionais da região. A população ofereceu todos os artigos e estão agora representadas 12 profissões em vias de extinção, como por exemplo, o cadeireiro, o latoeiro ou o abegão.


DE CARRO

Voltando a pegar no carro, existem três locais nos arredores de Serpa impossíveis de perder: Pulo do Lobo, Mina de S. Domingos e Mértola. A viagem até ao Pulo do Lobo é um passeio magnífico pelo meio do Parque Natural do Guadiana. São cerca de 20 km e ir de jipe pode ser uma vantagem: a estrada é de terra batida, há buracos, zonas íngremes e é preciso atravessar a ribeira de Limas (costuma estar sempre rasa). No final, a cereja no topo do bolo: a vista do rio Guadiana a afunilar-se de tal maneira que, supostamente, um lobo consegue passar de uma margem para a outra apenas com um pulo. Apetece fazer ali um piquenique e ficar a ouvir a música da água a correr pelas rochas.

Outro passeio a não perder tem como destino os tons castanhos e acobreados da Mina de S. Domingos (a 36 km de Serpa). Apesar de terem mais de cem anos, as ruínas da antiga mina ainda permitem imaginar quase na perfeição como se fazia a extracção do minério e como se organizava a aldeia em redor.

Por fim, 17 km à frente, podemos conhecer a vila de Mértola e “perdermo-nos” nas suas ruas estreitas e sinuosas para encontrar em cada canto um vestígio árabe ou romano (aqui sim, os carrinhos de bebé devem ficar em casa). A vista do castelo mostra-nos a cidade fortificada entre a Ribeira de Oeiras e o Rio Guadiana. Depois, é só seguir a muralha…


ONDE COMER


Adega Regional Molhó Bico
Rua Quente, 1
Tel. 284 549 264
Encerra à 4ª feira
Zona de recreio para crianças; cadeiras de refeição para crianças; fraldário no wc
Restaurante bom para família, com um atendimento excelente: é rápido, é bom e as pessoas são muito simpáticas. A comida está à altura, com vários pratos alentejanos, entre os quais destacamos as migas com carne de porco.
Preço médio por pessoa: 12€

Restaurante Pedra de Sal
Estrada da Circunvalação s/nº.
Tel. 248 543 436
Encerra à 2ª feira
Cadeiras de refeição para crianças; muda-fraldas, redutor de sanitas no wc.
Fica um pouco mais afastado do centro histórico da cidade, mas vale a pena. Ambiente muito bom, com lareira acesa e música de fundo alentejana. O atendimento também é excelente e a comida não fica atrás. Sugerimos a tomatada ou o caldo de cação.
Preço médio por pessoa: 14€ (com meias doses)


ONDE FICAR

Casa de Serpa (Turismo rural) www.casadeserpa.com Adro do Salvador, 28 Tel. 234 329 860 Preços: 40 a 65e. Descontos: membros da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, estadias superiores a três dias, de 2ª a 5ª feira; grátis para crianças até aos 4 anos. Possibilidade de alugar bicicletas (inclusive com cadeirinhas para bebés). Lugar ideal para passar uns bons dias em família e para nos sentirmos em família. As crianças são muito bem-vindas e, de certeza, nada lhes irá faltar, uma vez que os donos da casa têm cinco filhos (entre os 1 e os 10 anos) e, como moram por cima, podem sempre emprestar qualquer coisa que tenha ficado esquecida. O pequeno-almoço é tomado numa mesa grande, em vez de pequenas mesas individuais como é habitual nos hotéis, porque o objectivo é mesmo sentirmo-nos em casa.

Para ver

Museu do Relógio
Sábados, domingos e feriados: 10h-17h. 3ª a 6ª feira: 14h-17h
Preço: 2e; grátis para crianças até aos 10 anos

Museu Etnográfico
De 3ª a domingo: 9h-12h30 e 14h-17h30
Entrada gratuita

   

Seia

Escrito por Elsa Páscoa Domingo, 01 Abril 2012 16:57

As montanhas, com ou sem neve, dominam a paisagem, mas há muito mais para ver e fazer em família.    

   

Oxigénio para desintoxicar

Escrito por Elsa Páscoa Domingo, 01 Abril 2012 14:36

altEquipa científica de Coimbra estuda efeitos neurológicos da cafeína.

   

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Filho na Capa 2011

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