20 atividades fantásticas

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Atividades fabulosas para fazer em família. Jogos simples, mas muito divertidos.


Ao ar livre

Há jogos que é melhor praticar no exterior porque requerem muito espaço ou porque os materiais usados não são adequados para manejar dentro de casa, como é o caso da água. Se não se dispõe de um jardim ou de um parque próximo podem fazer-se no terraço ou mesmo no salão (será necessário retirar alguns móveis e todos os objetos frágeis).

Bolas de sabão

Vendem-se frascos já preparados, mas também se podem fazer em casa com água e um bocadinho de detergente líquido (o de lavar a louça). Também se podem usar palhinhas para soprar. As crianças adoram fazer bolinhas e rebentá-las.

Saltar obstáculos

Desenhamos um circuito, o mais enviesado possível, em que as crianças tenham que ultrapassar pequenos obstáculos, como uma cadeira, uma boia ou uma mangueira, contornando-os ou saltando por cima. O engraçado está em realizar o percurso em posições distintas: ao pé coxinho, na ponta dos pés, de mão dada a outra criança... e com música de fundo. As mudanças de posição marcamos nós com uma palmada. Atenção: não é uma competição.

Pintar com os dedos

Apenas é necessária uma camisola velha (para evitar sujar a própria roupa), papel e uns boiões de tinta especial para usar com as mãos (que se compram em lojas de brinquedos ou em papelarias).


Onde estão?

Escolhe-se uma série de objetos pequenos (carrinhos, caricas, bonecos...). Um adulto esconde-os e as crianças têm que os encontrar. Depois, é ver quem os encontra em apenas um minuto!

Feira no jardim

Somos nós quem organizamos os jogos: enfiar molas da roupa num cesto, lançar bolas de ténis contra uma fila de peluches (ou contra um monte de latas velhas) para ver se os conseguem derrubar, encontrar um rebuçado numa bacia cheia de farinha...

Um concerto

Muito divertido se se juntam várias crianças. Há que improvisar os instrumentos: tampas de panela, uma lata ou um copo com pedrinhas para as maracas, copos com diferentes quantidades de água, uma colher para o xilofone...

Guerra de mangueira

Cada criança é dona da mangueira durante uns minutos e tem que molhar todos os outros. É imprescindível estar calor e... jogar de fato de banho vestido.

Corridas com copos de água

Quantas mais crianças, melhor. Cada uma corre com um copo (de plástico ou de papel) cheio de água na mão. Ganha quem conseguir chegar à meta sem ter entornado líquido ou quem tenha entornado menos. Para evitar mal-entendidos, antes de dar a partida convém assinalar o nível de água com um marcador. Mais do que ganhar, o divertido é participar.

Balões e mais balões
Não é uma ideia original, mas a verdade é que poucas coisas os divertem tanto como brincar com balões.
Pode-se organizar uma partida de voleibol, enchê-los de água e passar de mão em mão até que rebentem, pintar-lhes caras divertidas ou, simplesmente, atirá-los ao ar e ver quem consegue não os deixar cair no chão. Ter balões em casa é sempre uma garantia de diversão. E se são dos grandes, ainda melhor...


Em casa

Mesmo no werão, há dias em que o tempo não convida ao passeio ou aqueles em que, simplesmente, não apetece sair. Em muitas zonas, o calor é intenso nas primeiras horas da tarde e o melhor é mesmo não ir à rua. Mas as crianças pedem brincadeira e ação, não importa a que horas ou que tempo faça. Aqui ficam algumas propostas para os entreter dentro de casa:

Guerra de almofadas
Uma estupenda forma de começar o dia (ou de acabar a sesta). O ideal é que um dos pais se alie secretamente a uma das crianças para surpreender os outros. É uma batalha inofensiva que requer poucos meios (bastam umas quantas almofadas e almofadões) e grandes doses de bom humor. Mas atenção: no final, os guerreiros devem fazer as pazes.

Postais personalizados

Quer estejamos de férias ou não, será divertido fazer uns postais para enviar aos amigos e familiares. Apenas necessitamos de uma cartolina do tamanho de um postal, pinturas, lápis, caneta ou marcador (para além, claro, de um sobrescrito e de um selo).
Devemos deixar a criança desenhar o que quiser: a si próprio, à sua família, uma paisagem, um dia de praia, um piquenique no campo... Ao mesmo tempo, incentivemo-lo a contar em breves palavras como é que se sente, o que faz durante o dia, etc. O ideal é que a criança nos dite o texto e que, no final, ponha a sua assinatura (se já sabe escrever o nome, claro).

Uma casa de cartão

Ou um carro, um avião... Tudo se pode construir se tivermos uma caixa de cartão suficientemente grande, de preferência onde a criança caiba dentro. Para fazer a casa, há que colocar a caixa com a abertura para baixo e recortar os buracos da porta e das janelas (o ideal é sermos nós a fazer esta parte). A criança pode encarregar-se de decorar a casa: pintar o telhado, a chaminé, os vasos com flores, a caixa do correio... Quando acabar, pode brincar com ela. Para fazer um carro, a caixa coloca-se ao contrário para que a criança se possa meter lá dentro. Ela encarregar-se-á de desenhar as rodas, os comandos, os faróis...

Suave ou áspero?

Num saco opaco, colocam-se objetos variados: uma esponja, um pedaço de algodão, uma luva de crina, uma meia, um pedaço de tijolo, etc. Uma de cada vez, as crianças devem enfiar a mão no saco, tocar num objeto e adivinhar de que se trata (quem acerta, apanha o objeto e tenta descobrir outro).

Coleção de férias

As crianças adoram colecionar coisas e o Verão é uma altura propícia para arrecadar tesouros: conchas e areia da praia, pedras do rio, flores secas... Com todas estas relíquias, mais uma cartolina e cola, podemos ajudá-los a fazer um bonito mural para pregar no quarto.

Inventar uma história

É mais divertido se os pais participarem. Alguém começa a história e os outros, por turnos, vão acrescentando frases até completar o enredo. O melhor é o adulto ir escrevendo para não esquecer nenhum detalhe. Pode-se prolongar a trama até onde se quiser. O resultado costuma ser uma história disparata, mas com a qual todos se divertem.  

Em que animal estou a pensar?

Uma criança escolhe um animal e, sem dizer nada, imita-o, com gestos, à frente de todos. O que adivinhar de que animal se trata ocupa o seu lugar. E assim sucessivamente. Não vale a falar, apenas gesticular e fazer sons. Pode estabelecer-se um tempo limite para que adivinhem.

Um móbil muito original

Confeciona-se com objetos de todos os tipos que tenhamos em casa, desde que sejam pequenos e inquebráveis, que não pesem muito, que possam chocar entre si e atar-se a uma corda ou a um fio. Vale tudo: carrinhos de metal, caricas, conchas e pedras da praia, um CD estragado... Colocam-se atados à corda, um atrás do outro, em fila, e podem colocar-se no terraço, numa árvore do jardim ou dentro de casa (se possível, num recanto onde faça corrente de ar).

Toca a mascarar!

É um clássico que não podemos deixar de mencionar pois é infalível quando se trata de brincar. Nesta idades, adoram colocar-se na pele do outro. Melhor que usar disfarces já feitos, gostarão muito mais de vestir as nossas roupas (fora de moda ou já velhas), para além de acessórios variados (chapéus, gorros, lenços, luvas, sapatos) e muita, muita bijuteria.

Jogos de imaginação

Ver quem diz mais nomes de rapariga (ou de rapaz, de utensílios de cozinha, de profissões, de de animais, de flores...). O jogo pode-se ir complicando segundo a capacidade inventiva e a resposta dos participantes. Podem pedir-se palavras curiosas, como por exemplo objectos que caibam numa caixa de sapatos, pratos que se possam comer com as mãos, animais sem pêlo, nomes sem “A” ou qualquer outro tema divertido que nos ocorra...

Pisar papéis
Um monte de folhas espalhadas pelo chão do quarto podem servir-nos para exercitar o seu sentido de equilíbrio. As crianças têm que atravessar o quarto saltando de folha em folha, sem que os pés toquem no chão. Podemos ir separando os papéis cada vez mais.


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