Escolas vão poder escolher os currículos


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É uma autêntica revolução no universo das escolas. No ano letivo que está prestes a ter início, um total de 230 escolas, públicas e privadas, vão ter a oportunidade de escolher e adaptar os currículos e a forma de ensinar os seus alunos.

Segundo noticia o jornal “Público”, o arranque do projeto-piloto da chamada flexibilidade escolar é da responsabilidade do Ministério da Educação e em 2017-2018 vai ser aplicado em 171 estabelecimentos da rede pública (que corresponde a 21 por cento do total), 61 da rede privada e quatro das sete escolas portuguesas no estrangeiro.

O modelo agora proposto aplica-se, porém, apenas aos primeiros anos de cada ciclo de escolaridade (1.º, 5.º, 7.º e 10.º) e não é automático a todas as turmas: cabe à escolha escolher as que vão integrar o projeto. A liberdade de criar currículos alternativos e flexíveis e total, com a exceção das áreas de Cidadania e Desenvolvimento e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), classificadas como obrigatórias.

Para já, as formas encontradas para aplicar os novos currículos poderão passar pela criação de novas disciplinas, fusão de algumas atualmente existentes e a criação de semanas temáticas em que todas as turmas trabalham uma área específica. Segundo a notícia do “Público”, as escolas podem ainda optar por transformar disciplinas anuais em semestrais e os alunos do 10.º ano terão a possibilidade de trocar uma disciplina do seu curso por outra de um curso diferente.

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