Distúrbios da visão

ImageAlgumas doenças ou desordens do foro oftalmológico na infância, não apresentam sintomas, por isso aconselha-se a fazer, desde os três anos, chekc-ups com o oftalmologista.

Bebés
Num recém-nascido é normal olhar em todas as direcções, sem um objectivo definido, mas não é normal que os seus olhos se mexam constantemente. Por volta dos quatro meses, o bebé deverá estar apto a focar o seu olhar, e os seus olhos deveriam fazê-lo a direito, e mexerem-se ao mesmo tempo. Se notar que um dos olhos se direcciona para dentro e o outro para fora, deve falar com o seu médico.

Crianças até aos dois anos
O primeiro sinal de estrabismo aparece muitas vezes por volta dos dezoito meses. Acredita-se que o estrabismo, nesta idade, é ultrapassado com o andar do tempo. Esta convicção tem, provavelmente, origem na confusão que é feita entre o estrabismo e o pseudo-estrabismo. Este último, é uma ilusão óptica que se manifesta em algumas crianças, desde que são pequenas, até ao princípio da infância. Aliás, há algumas situações, em que as crianças parecem sofrer de estrabismo aparente, como é o caso daquelas que têm as pálpebras descaídas, o que as leva a entortar um pouco os olhos. E o mesmo acontece a outras por terem narizes largos. Seja qual for o caso, se tiver dúvidas em relação aos olhos do seu filho, não hesite em consultar um médico.

A partir dos três anos
As crianças que sofrem de ambliopia conseguem, normalmente, ver suficientemente bem para progredirem satisfatoriamente na escola, porque o olho «bom» compensa o olho «mau». No entanto, esta coordenação é muitas vezes descompensada e as crianças acabam por entortar a cabeça para um lado, ou tapar um olho, quando estão muito cansadas. Aquelas que sofrem de astigmatismo têm dificuldade em ver no quadro e aproximam demasiado o livro dos olhos. Algumas destas crianças semicerram os olhos para verem as coisas à distância.

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