Consumo de Vitamina C ajuda a reduzir doença.

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Um A dose diária recomendada (DDR) de Vitamina C para os adultos está muito aquém do que deveria ser, devido ao facto de os especialistas da área avaliarem este nutriente natural da mesma forma que os produtos farmacêuticos, levando-os a conclusões erradas, afirma um grupo de cientistas no jornal científico “Critical Reviews in Food Science  and Nutrition”, citado pelo “Alert”.

A atual DDR para adultos nos EUA situa-se nos 75mg para as mulheres e nos 90mg para os homens. Os cientistas deste relatório acreditam que estes níveis deveriam ser aumentados para os 200mg diários.

Balz Frei, docente e diretor do “Linus Pauling Institute”, é um dos maiores especialistas na matéria e defende que “está na altura de empregarmos algum senso comum nesta área, de nos debruçarmos na totalidade da evidência científica e ir além de alguns ensaios científicos que apresentam falhas evidentes”. Um conjunto mais alargado de estudos metabólicos, farmacocinéticos, laboratoriais e demográficos sugere que níveis mais elevados de Vitamina C podem ajudar a reduzir as doenças crónicas que são atualmente responsáveis pela maioria das mortes no mundo desenvolvido: doença cardíaca, AVC, cancro e os fatores que conduzem a essas mesmas doenças, como hipertensão arterial, inflamações crónicas, reações imunitárias deficientes e aterosclerose.

“O rácio benefício-risco (do aumento da DDR de Vitamina C) é muito alto. Um consumo diário de 200mg diários de Vitamina C não oferece qualquer risco, mas há fortes indicações que pode trazer benefícios múltiplos e substanciais para a saúde”, frisa Balz Frei. Uma dieta de excelência que inclua entre cinco a nove porções de fruta e de legumes crus ou cozidos a vapor e um copo de sumo de laranja oferecem 200mg diários de Vitamina C. No entanto, a maioria população mundial não segue uma dieta de excelência.

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