Consultório

Como explicar-lhe que o Pai Natal não existe?

Escrito por Teresa Paula Marques, psicóloga clínica Sexta, 19 Dezembro 2014 12:55

 "O meu filho, que fez recentemente quatro anos, vive intensamente esta altura do ano. Ainda acredita no Pai Natal e acha que é ele quem lhe traz as prendas. Ainda não houve necessidade de lhe dizer a verdade, nem sei muito bem quando, nem como o devo fazer."

Patrícia, Lisboa


Quando o seu filho chegar ao ponto em que as dúvidas são em maior número que as certezas, é altura de lhe dizer toda a verdade. Explique-lhe, de um modo simples, que o Pai Natal existe no coração de todos nós e que mora no país do faz-de-conta, assim como as fadas e os bruxas. Pode surgir uma pontinha de desilusão e, nesse caso há que ensinar-lhe a mobilizar as suas defesas, por forma a conseguir ultrapassar as suas frustrações e desilusões, já que o mundo nem sempre é o que sonhámos.

Algumas crianças, mesmo depois de saberem da sua inexistência, gostam de manter a ilusão do Pai Natal, por forma a prolongarem um pouco estes momentos de magia. Neste caso, cabe à família decidir o que fazer, mas pensamos que a fantasia pode estar presente sempre que o desejarmos. O certo é que o Pai Natal constitui uma figura ternurenta e boa, que se manterá sempre viva no imaginário das crianças.

 

Teresa Paula Marques, Psicóloga clínica

 

Quando só querem o pai

Escrito por Teresa Paula Marques, psicóloga clínica Quarta, 10 Dezembro 2014 15:52

A minha filha tem dois anos e meio, ainda está em casa comigo (vai para a creche este ano) e é muito ligada ao pai. Tem uma relação muito forte com ele, mas estou a começar a ficar preocupada porque me parece estar muito dependente dele. Por volta das 5h da tarde, começa a chamar pelo pai… e quando ele chega já não o larga. É normal?

Júlia V., Almada


As crianças criam um forte apego a uma figura de referência que, neste caso, parece ser o pai. Não temos dados suficientes que nos permitam perceber porque é que a sua filha estabeleceu esta forte relação, mas poderá ter sido o pai que mais cuidou dela nos primeiros momentos de vida, por exemplo. Para além disso, é de ter em conta que muitas vezes existe uma relação privilegiada entre as meninas e os pais. Possivelmente o pai brinca muito com ela, dá-lhe muita atenção e, por isso há este apego preferencial. Para além disso, embora ainda não exista a noção do tempo, a sua filha associa a vinda do pai a um determinado acontecimento do dia, como a hora a que vê os desenhos animados. Pensamos que não se deve preocupar com esta situação, pois ela tenderá a esbater-se com o tempo e, sobretudo com a ida para a creche. Ao ingressar na creche a sua filha desenvolverá mais os aspectos ligados à socialização, sendo que se interessará por ter amiguinhos e brincar com eles. O pai pode continuar a ter um lugar especial, mas nada será tão intenso como agora.


Teresa Paula Marques, Psicóloga clínica

 

Cabeça achatada

Escrito por Vanessa Lopes Sexta, 09 Março 2012 11:23

alt«Tenho um filho de nove meses e meio, e desde quando ele tinha um mês e meio percebi que a cabecinha estava mais achatada do lado direito devido à posição em que ele dormia (de barriga para cima e com a cabeça virada para direita). O pediatra aconselhou-me a virar a posição da cabecinha para a esquerda. Eu coloquei-o para dormir até de lado e ajudou um pouco, mas ainda a acho bem achatada. Será que ainda pode melhorar?»


altMuito provavelmente o seu filho teve um plagiocefalia, achatamento da cabeca, secundaria a um torcicolo postural. Isto acontece devido ao posicionamento intrauterino ou devido ao esforco do parto e pode ser corrigido por um osteopata pediátrico. Deve mesmo ser corrigido, para que o crescimento não seja feito com compensações do sistema musculo-esquelético.

Vanessa Faria Lopes

 

Pés planos

Escrito por Vanessa Lopes Terça, 18 Janeiro 2011 14:36

alt«Tenho 16 anos e possuo 'pé plano'. Todas as vezes que faço o que eu mais gosto, que é patinar, a minha parte interna do pé dói muito. Fui a um ortopedista e a única coisa que me disse é que a dor é por causa dos pés planos. Gostaria de saber se há alguma forma de reverter esses meu pés para que eu possa patinar normalmente como qualquer outra pessoa.»

 

Incompatibilidade sanguínea

Escrito por PAIS&Filhos Terça, 23 Novembro 2010 15:02

alt«Tenho 37 anos e sou do tipo sanguíneo ORh- e o meu marido ARh +. Temos uma filha de 15 meses do grupo A+. Durante a gravidez tomei a injecção, assim como após o parto. Pensamos engravidar de novo: haverá alguma possibilidade de incompatibilidade?»

 

Hiperactiva ou índigo?

Escrito por PAIS&Filhos Quarta, 27 Outubro 2010 15:10

alt«Tenho uma menina com seis anos e há três que ela toma medicação, com a explicação de que a terapeuta da fala não conseguia trabalhar com ela e foi logo medicada assim que a doutora mandou. Agora vim a saber que ela estava dada como hiperactiva, mas há quem me diga que ela pode ser uma criança índigo.»

 

Torcicolo

Escrito por Elsa Páscoa Segunda, 31 Maio 2010 09:48

«Tenho uma bebé de três meses e tenho notado que a cabeça dela fica sempre caída para o mesmo lado. Gostaria de saber o que pode ser isso e como resolver essa questão.»

 

Com base na sua descrição, o que a sua bebé provavelmente tem é um torcicolo, o que, normalmente, não é difícil de corrigir. Geralmente, os torcicolos surgem na sequência do crescimento intra-uterino onde os bebés, por vezes, adoptam posições do corpo e do pescoço já com orientação de rotação, as quais, com o parto e crescimento pós-parto, têm tendência a ter uma assimetria de crescimento e daí surge o torcicolo. A correcção de um torcicolo deverá ser feita por um osteopata com especialização em pediatria e deverá ser corrigido com alguma brevidade, a fim de limitar as compensações que o corpo possa fazer.

Vanessa Faria Lopes

 

Dentes e alimentação

Escrito por Mário Cordeiro Quinta, 06 Maio 2010 09:42

Tenho uma menina de 9 meses que ainda não tem dentes. Ela anda sempre aflita, mete tudo à boca e baba-se. Nunca gostou muito da sopa, mas agora é impossível, fecha a boca e chora muito. A única forma de conseguir que coma alguma sopa é dar-lhe uma colher de fruta e depois uma de sopa, duas de fruta, uma de sopa, o que não me agrada pois acho que acaba por misturar os paladares e não saborear os alimentos. Ela começou a papa a partir dos seis meses e depois a sopa. Deveria ter feito o contrário? Será dentes?

 

Atraso no desenvolvimento

Escrito por Elsa Páscoa Quinta, 01 Abril 2010 01:13

 

Herança genética

Escrito por Elsa Páscoa Quinta, 01 Abril 2010 01:12

 

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Editorial.

Para que serve um sonho?

Os sonhos fazem mal às crianças. Quando as crianças sonham acordadas, parecem ficar na lua... pelo psicólogo Eduardo Sá.


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