Ossos desenvolvem até ao final da adolescência

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O fim da adolescência constitui um período fundamental para o desenvolvimento da densidade mineral óssea, mesmo após terminada a fase de crescimento físico, apurou um novo estudo realizado nos Estados Unidos

O trabalho de uma equipa do Hospital Pediátrico de Filadélfia e do Instituto Nacional de Saúde baseou-se na análise de uma amostra demográfica alargada, que incluiu o seguimento de vários grupos étnicos entre 2002 e 2010. E os resultados votam a confirmar a importância da dieta equilibrada e exercício físico na adolescência. Os cientistas concluíram que o crescimento ósseo varia de local para local e que a densidade mineral desenvolve-se a ritmos diferentes em várias partes do esqueleto.

A equipa confirmou ainda que o crescimento em altura é bastante anterior ao ganho de densidade mineral óssea, o que poderá explicar os índices elevados de fraturas nas crianças e adolescentes. Segundo os investigadores, entre 30 e 50 por cento dos indivíduos terão pelo menos uma fratura antes de chegarem à idade adulta.

“O fim da adolescência é quando alguns adolescentes adotam comportamentos de risco, tal como fumar e beber álcool, piores escolhas alimentares e menos atividade física, os quais podem afetar o desenvolvimento ósseo”, disse Shana E. McCormack, autora principal deste estudo, citada pelo portal “Alert”. A investigação “demonstra que cerca de dez por cento da massa óssea continua a acumular depois de o adolescente atingir a sua altura de adulto”.


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